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Fonte:Assessoria de Imprensa da CNDL

Encontro da Mulher Empreendedora é destaque do segundo dia de Convenção Nacional

Em um espaço reservado especialmente para mulheres empresárias durante o 3º Encontro das Mulheres Empreendedoras que aconteceu nesta terça-feira, 28, na 51ª Convenção Nacional do Comércio Lojista, elas puderam participar de diversas atividades programadas especialmente para atendê-las. Entre elas, Nichos de atendimento de beleza, penteado e maquiagem; Lounge Spa Reflexologia e Atelier Spa; Avaliação energética Auriculoterapia. Além de workshops sobre como montar um desfile de moda e ensaio e desfile das modelos escolhidas por cada Federação das CDLs.

Durante a abertura do evento, a esposa do presidente da CNDL, Dhébora Costa Pellizzaro, lembrou da importância de ter um momento dedicado à elas. “Nós não podemos esquecer nunca que nós mulheres que damos um toque especial nos nossos empreendimentos”. A coordenadora do evento, Gelda Silva, deu às boas vindas à todas.
 

BNDES apresenta linhas de crédito para micro, pequenas e médias empresas

As linhas de financiamento que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) disponibiliza para as micros, pequenas e médias empresas foram apresentadas nessa terça-feira para os empresários que participam da 51ª Convenção Nacional do Comércio Lojista. Especialistas do banco de fomento explicaram como é possível acessar a principal ferramenta para financiamento que existe para empresas desses portes, que é o Cartão BNDES.
O cartão pode ser obtido por empresas com faturamento bruto anual de até no máximo R$ 90 milhões. Entre as vantagens que essa ferramenta propicia estão uma taxa de juros mais acessível que os bancos comerciais, crédito automático e o parcelamento em até 48 meses. Podem ser adquiridos mais de 137 mil itens, como máquinas e equipamentos para automação comercial, insumos, veículos para o transporte e tele-entrega, autopeças e pneus e matérias de construção, além da disponibilização recursos para capital de giro.

Segundo Maurício França Schaffer, gerente de operação pela internet do BNDES, atualmente o banco conta com 311 mil clientes, sendo desse montante 58% é formado por empresas do setor do varejo. “Todas as operações são feitas pela internet e já contamos com 24 mil fornecedores cadastrados com uma grande gama de produtos que podem ser comercializados”, ressaltou. Em 2009, a instituição financeira desembolsou R$ 2,4 bilhões por meio deste instrumento e a expectativa é que o volume dobre nesse ano. “Queremos massificar a cartão no varejo que em sua grande maioria são empresas de micro, pequeno e médio porte”, finalizou Schaffer.

É preciso repensar a fórmula de fazer negócios

“Muitas organizações estão revendo a sua forma de fazer negócio”. Esta foi uma das afirmações da professora Roberta Cardoso que fez palestra no segundo dia da 51ª Convenção Nacional do Comércio Lojista realizada em Florianópolis. Com o tema “Negócios sustentáveis: a sustentabilidade como diferencial competitivo da sua empresa”, Roberta apresentou uma relação de empresas nacionais que estão preocupadas com a sustentabilidade, afirmando que cada vez mais o cliente vai querer conhecer o que está por trás de cada produto. “Eles querem saber se o produto que está sendo consumido foi produzido de uma maneira correta”, disse. “Estamos assistindo um grande aumento da conscientização do consumidor”, completou. A professora encerrou sua palestra afirmando que faz toda diferença o varejo que apóia ações sustentáveis.

James Hunter encerra ciclo de palestras neste segundo dia de Convenção Nacional

Um dos mais aguardados palestrantes da 51ª Convenção Nacional do Comércio Lojista, o norte-americano James Hunter, autor do best-seller O Monge e o Executivo, lotou o principal auditório do CentroSul na tarde dessa terça-feira, 28, em Florianópolis. O consultor, conferencista e escritor, que veio pela 18ª vez ao Brasil, defendeu ao longo de sua palestra a cultura da ‘liderança servidora’. Para ele, a base de um líder não está no poder, mas na autoridade conquistada com amor, dedicação e sacrifício. “Liderança é influência, a marca que deixamos nas pessoas. O verdadeiro líder tem a habilidade e capacidade de servir e inspirar sua equipe a fazer o que precisa ser feito com boa vontade”, salientou Hunter.

Segundo ele, ser um líder servidor é se superar e deixar para trás a criança de dois anos que muitos ainda insistem em ser, achando que tudo é ‘meu’ e do ‘meu jeito’. “Servir a família, amigos, colaboradores é satisfazer a necessidades e não caprichos. Não se trata de liderança escrava, mas servidora”, disse o autor, que também escreveu o livro Como se tornar um Líder Servidor. Isso significa respeito, apreciação e valorização pelas pessoas, complementou Hunter. “Seja o chefe que você gostaria que seu chefe fosse”. Ele alertou que muitos confundem gerência com liderança, contudo acredita que um bom líder não tem relação com a parte administrativa, mas com a influência que exerce sobre as pessoas.

James Hunter acrescentou que a liderança servidora é uma habilidade que pode ser aprendida e deve ser constantemente praticada. Mas orientou que é necessário saber abraçar, mas também ‘bater’. De acordo com o escritor, liderança é caráter. “Não estou falando de personalidade, mas de comportamento aprendido, isso é caráter, uma jornada para a vida toda”, disse. Ele desafiou a plateia de lojistas: “querem saber como estão se saindo como líderes? Olhem como estão as pessoas a sua volta”. Para Hunter, se tem duas escolhas: ser um líder servidor ou um líder que serve a si próprio. “Eu não tenho que gostar dos meus colegas ou colaboradores, mas como líder tenho que amá-los”, definiu o norte-americano – ‘febre’ no Brasil – em uma de suas inúmeras frases inspiradoras.

Palestra sobre Código de Defesa do Consumidor movimenta Seminário Jurídico

Uma das programações paralelas à 51ª Convenção Nacional do Comércio Lojista foi o Seminário Jurídico, que aconteceu na tarde de terça-feira, 28.  O Dr. Stephan Klaus Radloff ministrou palestra sobre Código de Defesa do Consumidor: aspectos destacados.

Logo após, respondeu a diversos questionamentos dos convencionados. Um dele foi o do Dr. Reinaldo Pellizzaro, sobre se deveria haver mudança no nome Código de Defesa do Consumidor. Ao responder, Radloff afirmou que o código deveria ser denominado de Código de Defesa do Consumo. Segundo ele, desta forma não tiraria a proteção do consumidor. 

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